victor

grizzo

Nascido em Jaú (SP), vive e trabalha em São Paulo (SP). Formado em História pela USP, durante a graduação cursou diversas disciplinas optativas das Artes Visuais na ECA-USP. Foi a partir do trabalho com o artista Walmor Corrêa, em 2015, que iniciou pesquisa artística própria trabalhando questões existenciais e históricas tomando como plataforma diferentes mídias (pintura, escultura, instalações, literatura). Neste conjunto de obras propõe a série Joana D’arc:

 

"Ao tomar o medo como objeto de estudo, parto da ideia de que não apenas os indivíduos mas também as coletividades estão engajadas num diálogo permanente com a menos heroica das paixões humanas. Revelando os pesadelos mais íntimos da civilização ocidental do século XIV ao XXI - o mar, os mortos, as trevas, a peste, a fome, a bruxaria, o Apocalipse, Satã e seus supostos agentes (o judeu, a mulher, o muçulmano), as mais recentes manifestações referentes às diversidades de gênero, feminismos e conquistas da contemporaneidade.  Invoco os arquétipos do medo e peço a interseção de Joana D’arc para ajudar a moldar chapéu de bruxa em barro branco. Sendo o medo um dos supostos formadores de preconceitos como - xenofobias, machismos, transfobias, homofobias e queerfobias. Através desta obra, procuro dialogar na linha do olhar com questões das quais sempre tentamos nos esquivar e que provocam cegueira." - Victor Grizzo

CURRICULO

No início de 2016 foi um dos dez finalistas do concurso realizado pelo MIS por ocasião da exposição “O mundo de Tim Burton”. O conjunto “Burtomirandas”, foi criado inspirado pelo concurso, e possibilitou ao artista uma recriação da obra do cineasta que já influenciava Grizzo. A série de aquarelas cria um diálogo pitoresco entre os personagens de Burton e o imaginário brasileiro. A obra “Chá das cinco”, finalista em um universo com mais de 700 obras, foi selecionada para ser exposta no museu. Em julho do mesmo ano, o artista teve sua primeira exposição individual. A casa de cultura de Jaú abrigou durante um mês a exposição “Interior em mim” como parte da programação do “25º festival de inverno”. Com um espaço amplo e de visibilidade na cidade, 47 obras foram expostas, apresentando um panorama expressivo da produção do artista e instigando o público da cidade. Ainda em 2016, no mês de outubro, o artista pode trazer uma parte significativa dessa exposição para a cidade de São Paulo ao fazer parte da programação da Semana Viver Metrópole organizada anualmente pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. A “ Ocupação interior em mim” foi instalada nas escadas da tradicional faculdade, com a mesma proposta de apresentar o trabalho do artista e possibilitar sua apreciação estética e reflexiva. Em Março de 2017 foi convidado a participar da exposição “Uterotopias” do curador antropólogo Leonardo Bertolossi, no espaço cultural A Mesa no Rio de Janeiro, expondo sua obra “Caprichos em Fio Livre”. Nesse mesmo ano participou da segunda edição da Diversa, no Museu da Diversidade Sexual em São Paulo, com sua obra “Luz Dos Olhos Meus”.

Em abril de 2018 teve sua exposição “O Invisível Plagiado, o pó que restou das asas” na Galeria Ocuparte em São Paulo, onde o trabalho contou com uma técnica de pintura criada pelo artista que constituiu na criação de tintas feitas a partir da maceração de asas de borboletas mortas e descartadas com aquarela, conferindo uma novidade de texturas, cores e brilhos para a obra. Em outubro de 2018 participou do Segundo Festival Internacional de Artes Gráficas (FINART) com a instalação “Ocupação Escarniozinhos”.

Em 2019, participou da exposição Percurso da Memória na Lona Galeria e nesse mesmo ano lança seu primeiro livro infantil Luz Dos Olhos Meus.

DEIXE SEU EMAIL PARA RECEBER AS NOVIDADES:

Rua Dr. Cesário Mota Júnior, 281, 2º andar , Vila Buarque - São Paulo